Antes de terminar 2007, fui ao centro (BV-RR) e bati essa foto porque semanas antes eu briguei com uma criatura chata (que não vem ao caso) em frente a essa casa. No mesmo ano foi a melhor casa decorada, sem exageros, que eu vi.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Brigas do Natal 2007.
Antes de terminar 2007, fui ao centro (BV-RR) e bati essa foto porque semanas antes eu briguei com uma criatura chata (que não vem ao caso) em frente a essa casa. No mesmo ano foi a melhor casa decorada, sem exageros, que eu vi.
Vai uns escritos?
Esse blog precisa melhorar. Chega de putarias, piadinhas, reclamações por hoje. Vamo falar sério.
Passeando pelos blogs:
o lobão da Luciana;
a saudades e os domingos da Bruna;
e nos fotologs, uma pequena felicidade dele. Será que ele me ainda me considera como dele? Assim, depois de quase um mês.
Às vezes eu acho que me perdi, sumi, desapareci. Como diz a Bruna: "não consigo definir essa minha nova fase...". Parece que eu parei no tempo. A vida social sumiu. Cadê, cadê as filosofias baratas de mesa de bar? Aquele cheiro de cigarro que eu detesto? Os cinemas? As fotos?
E quando chega quinta-feira a semana praticamente acabou e você senta na frente do pc escreve umas bobagens e ouve Coldplay. Porque nem música você ouve direito.
Quando você sai de um lugar, fica achando que quando voltar vai ser sempre como tudo era. Mentira. Tudo muda. E tudo fica perdido, no ar. O referêncial se perde. As pessoas evoluem sem você (o que é óbvio). O teu irmão vira poeta e tu nem sabe. E aqueles amigos que você tem por perto, por algum motivo começa a desconfiar deles. É de enlouquecer.
----------------------------------------------------------------
Essa semana, achei um papel escrito ''metas para 2009''. La na facul se ouviu: ''você não pode ser menor do que seu sonho''. O que eu preciso fazer em 2009? Viajar. Conhecer. Ouvir. Falar, falar bastante, falar tudo que eu deixei de falar durante esse meses aqui. Por uma vida menos ordinária, diria Cora Coralina.
---------------------------------------------------------------
Seu eu pudesse já estaria terminando a monografia da graduação, já estaria dando passos ao mestrado, já estaria com os sapos entre as mãos.
---------------------------------------------------------------
A futilidade, a inutilidade somando com todo o glamour e arrogancia me entristece. E ao meu ver o fim de semana em casa é mais promissor. Mas cansei. Cansei de esperar o tempo passar, os semestres passarem pra tudo mudar. Talvez por isso eu ande um tanto anti-social, irritada. Mas está passando.
Passeando pelos blogs:
o lobão da Luciana;
a saudades e os domingos da Bruna;
e nos fotologs, uma pequena felicidade dele. Será que ele me ainda me considera como dele? Assim, depois de quase um mês.
Às vezes eu acho que me perdi, sumi, desapareci. Como diz a Bruna: "não consigo definir essa minha nova fase...". Parece que eu parei no tempo. A vida social sumiu. Cadê, cadê as filosofias baratas de mesa de bar? Aquele cheiro de cigarro que eu detesto? Os cinemas? As fotos?
E quando chega quinta-feira a semana praticamente acabou e você senta na frente do pc escreve umas bobagens e ouve Coldplay. Porque nem música você ouve direito.
Quando você sai de um lugar, fica achando que quando voltar vai ser sempre como tudo era. Mentira. Tudo muda. E tudo fica perdido, no ar. O referêncial se perde. As pessoas evoluem sem você (o que é óbvio). O teu irmão vira poeta e tu nem sabe. E aqueles amigos que você tem por perto, por algum motivo começa a desconfiar deles. É de enlouquecer.
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Essa semana, achei um papel escrito ''metas para 2009''. La na facul se ouviu: ''você não pode ser menor do que seu sonho''. O que eu preciso fazer em 2009? Viajar. Conhecer. Ouvir. Falar, falar bastante, falar tudo que eu deixei de falar durante esse meses aqui. Por uma vida menos ordinária, diria Cora Coralina.
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Seu eu pudesse já estaria terminando a monografia da graduação, já estaria dando passos ao mestrado, já estaria com os sapos entre as mãos.
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A futilidade, a inutilidade somando com todo o glamour e arrogancia me entristece. E ao meu ver o fim de semana em casa é mais promissor. Mas cansei. Cansei de esperar o tempo passar, os semestres passarem pra tudo mudar. Talvez por isso eu ande um tanto anti-social, irritada. Mas está passando.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Vamos, vamos, não demore.
A doce e meiga, minha senhora rinite. Olha você chegou e nem senti sua falta.
Qual foi o último dia? Hein? Nem eu sei. Mas, você chegou justo quando eu tive que ficar meia hora numa sauna (ônibus) ambulante esperando o engarrafamento desengarrafar, enquanto eu estive lamuriando a falta do meu namorado numa noite de sábado. Só você mesmo. Só você para me confortar (?).
Pois bem, mudando de assunto. Vamos as notícias, às reclamações, às dramatizações (que elas já até se anteciparam), vamos, vamos...
1) Novembro: graças senhor!!! É novembro época boa para se achar emprego. Emprego? Estando numa das forcas do semestre? Enlouqueceu? Ok. Desisto. Prometo estudar, acordar todos os dias cedo (mas eu acordo cedo!), comer direito, ir para as aulas (mas eu vou às aulas), voltar para casa cedo (mas eu volto cedo)...etc, etc, etc... prometo e já estou cumprindo. É sério.
2) Acho que eu vou virar manicure. (?) Mentira. Quer ver, faz as somas: dez unhas feitas num sábado cobrando $10 e mais dez unhas feitas no domingo cobrando $10, multiplicando por três semanas num mês...copiou? Pois é, dInHeIrOOO!
3) Hoje eu dialoguei com um dos meus profs da facul, ele é meio estranho, mas é gente boa, a saga aos sapos foi iniciada, agora eu só preciso aprender Ingrêsss (Inglês), para decifrar os artigos pra saber por onde começar. Copiou? Ah, pense numa menina besta falando sobre essas coisas! Sapo? Sim, senhor, SAPO! Ele me compreendeu, ta bom?!
4) Natal: gennnte natal. Como eu sou a estudante falida da família, não trabalho, não lavo, não passo, - como dizem as más línguas, eu sei, eu sei - não faço PN, então lá vou eu, enfeitar toda a casa, achar um pintor pra pintar o muro (alguém me ensina? queria tanto aprender), procurar uma faxineira para o dia 25 e 1º(eu não!), comprar tinta barata no centro nesse sol infernnnaaaaalll, adivinhar onde os pisca-piscas estão para a árvore de natal e mais os outros enfeites alheios e pelo que eu estou vendo ainda vou ter que comprar mais pisca-pisca naquele centro. afi... Ok. Vai uns trocadinhos moço? Trocadinho? Sei, sei.
5) Eu não poderia esquecer de citar o meu saudoso vício ordinário que é comprar bolsas. O quê??? Ahh não conhece não! Sim, senhor. A minha mesada caiu no banco. O que eu fiz? Fui ao centro feliz da vida, comprei aquela bolsa que levou mais da metade da bichinha (mesada). E nem inventem de contar pra minha mãe!! Pelo amor....
6) Continuando, as dívidas chegaram. PQP. Cadê o dinheiro? Está ali naquela maravilhosa bolsa que daqui a dois meses eu irei enjoar e irei comprar outra, como sempre. "É a forma de aliviar minha deprê".Não, não, essa desculpa não irá funcionar. E agora? Será que ainda dá tempo de virar manicure? Se fudeu.
(snif, snif...)
7) Continuando, parte II, dívidas: semana da biomedicina. UEbaaaa!!! Vai minha filha, vai desembolsando os putos. Ok. Vamos as contabilidades. Curso do Hemoam, nadinha, balança que cai moeda. Ó senhor, faça cair.
8) A frase: e agora quem poderá nos defender? (chaves?)
9) Pra fechar: já sei, vou vender a minha outra bolsa anterior.
Qual foi o último dia? Hein? Nem eu sei. Mas, você chegou justo quando eu tive que ficar meia hora numa sauna (ônibus) ambulante esperando o engarrafamento desengarrafar, enquanto eu estive lamuriando a falta do meu namorado numa noite de sábado. Só você mesmo. Só você para me confortar (?).
Pois bem, mudando de assunto. Vamos as notícias, às reclamações, às dramatizações (que elas já até se anteciparam), vamos, vamos...
1) Novembro: graças senhor!!! É novembro época boa para se achar emprego. Emprego? Estando numa das forcas do semestre? Enlouqueceu? Ok. Desisto. Prometo estudar, acordar todos os dias cedo (mas eu acordo cedo!), comer direito, ir para as aulas (mas eu vou às aulas), voltar para casa cedo (mas eu volto cedo)...etc, etc, etc... prometo e já estou cumprindo. É sério.
2) Acho que eu vou virar manicure. (?) Mentira. Quer ver, faz as somas: dez unhas feitas num sábado cobrando $10 e mais dez unhas feitas no domingo cobrando $10, multiplicando por três semanas num mês...copiou? Pois é, dInHeIrOOO!
3) Hoje eu dialoguei com um dos meus profs da facul, ele é meio estranho, mas é gente boa, a saga aos sapos foi iniciada, agora eu só preciso aprender Ingrêsss (Inglês), para decifrar os artigos pra saber por onde começar. Copiou? Ah, pense numa menina besta falando sobre essas coisas! Sapo? Sim, senhor, SAPO! Ele me compreendeu, ta bom?!
4) Natal: gennnte natal. Como eu sou a estudante falida da família, não trabalho, não lavo, não passo, - como dizem as más línguas, eu sei, eu sei - não faço PN, então lá vou eu, enfeitar toda a casa, achar um pintor pra pintar o muro (alguém me ensina? queria tanto aprender), procurar uma faxineira para o dia 25 e 1º(eu não!), comprar tinta barata no centro nesse sol infernnnaaaaalll, adivinhar onde os pisca-piscas estão para a árvore de natal e mais os outros enfeites alheios e pelo que eu estou vendo ainda vou ter que comprar mais pisca-pisca naquele centro. afi... Ok. Vai uns trocadinhos moço? Trocadinho? Sei, sei.
5) Eu não poderia esquecer de citar o meu saudoso vício ordinário que é comprar bolsas. O quê??? Ahh não conhece não! Sim, senhor. A minha mesada caiu no banco. O que eu fiz? Fui ao centro feliz da vida, comprei aquela bolsa que levou mais da metade da bichinha (mesada). E nem inventem de contar pra minha mãe!! Pelo amor....
6) Continuando, as dívidas chegaram. PQP. Cadê o dinheiro? Está ali naquela maravilhosa bolsa que daqui a dois meses eu irei enjoar e irei comprar outra, como sempre. "É a forma de aliviar minha deprê".Não, não, essa desculpa não irá funcionar. E agora? Será que ainda dá tempo de virar manicure? Se fudeu.
(snif, snif...)
7) Continuando, parte II, dívidas: semana da biomedicina. UEbaaaa!!! Vai minha filha, vai desembolsando os putos. Ok. Vamos as contabilidades. Curso do Hemoam, nadinha, balança que cai moeda. Ó senhor, faça cair.
8) A frase: e agora quem poderá nos defender? (chaves?)
9) Pra fechar: já sei, vou vender a minha outra bolsa anterior.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
As pessoas querem te ouvir falar. Ouvir.
A pessoa aqui não fala. Isto está comprovado desde a infância.
E se eu fico séria, eu to puta da vida com alguém ou com a minha própria vida.
Por isso eu não digo nada. Eu respondo.
Repetir o que todos já sabem? Fico impaciente em ficar repetindo, por exemplo, que tenho aversão a blusa sintética, aversão a blusa de oncinhas e cobrinhas.
Porém, estou calma, tranqüila, respirando fundo. Contando de um a dez. Borbulhando. Panela de pressão. Panela de pressão. E ensaiando o “porra, sai de frente, seu energúmino, some, desaparece!”
Ainda tem aquela história que se você está um pouco deprê, eles pensam que você topa tudo. Cinema de graça, bebida de graça, comida de graça, bacanal, aí tudo vira putaria e o meu discernimento se esvai, não, não. Chega, chega, chega. Eu vou ficar na minha cama (bem lúcida,saudável e so-zi-nha) e assistir ao Discovery quem sabe assim eu não decoro os casos clínicos.
A pessoa aqui não fala. Isto está comprovado desde a infância.
E se eu fico séria, eu to puta da vida com alguém ou com a minha própria vida.
Por isso eu não digo nada. Eu respondo.
Repetir o que todos já sabem? Fico impaciente em ficar repetindo, por exemplo, que tenho aversão a blusa sintética, aversão a blusa de oncinhas e cobrinhas.
Porém, estou calma, tranqüila, respirando fundo. Contando de um a dez. Borbulhando. Panela de pressão. Panela de pressão. E ensaiando o “porra, sai de frente, seu energúmino, some, desaparece!”
Ainda tem aquela história que se você está um pouco deprê, eles pensam que você topa tudo. Cinema de graça, bebida de graça, comida de graça, bacanal, aí tudo vira putaria e o meu discernimento se esvai, não, não. Chega, chega, chega. Eu vou ficar na minha cama (bem lúcida,saudável e so-zi-nha) e assistir ao Discovery quem sabe assim eu não decoro os casos clínicos.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
A nuvem negra demorou, mas chegou.
Céus, quando isso irá acabar?
Fui à minha casa, naquele estado meio deprê e voltei mais deprê ainda, só que uma diferença, puxando a perna, porque esses ônibus, esses transportes terrestres parecem carregar boi, vaca, seja lá o que for, e eu amanheci aqui com o meu tendão de aquiles inutilizado.
Não falei com todos, não encontrei com todo mundo. Estava arisca. O máximo que eu fiz foi ligar. Porque além de deprê, eu estava com a garganta inflamada; rouca. Então passei o dia em casa, assistindo televisão. E passava a noite em casa também (exceto uma), nada de boemia, bebedeiras, periculosidades. Só uns jantares aqui, outros ali, parentes aqui, amigos ali. Poucos. Essenciais.
É chato quando você percebe que se tornou tão dependente de alguém, que aquela pessoa é necessária todos os dias e você não consegue sair sem ela, não consegue ir a uma esquina, não consegue fazer nada. Talvez seja por isso que eu tenha passado alguns dias só em casa e outras noites também.
Semana que vem já é novembro. Ok, a pessoa aqui não está muito bem. Mas, irá passar, não sei quando. Dá vontade de dar um tiro na cabeça, tomar curare, ser mais uma pessoa a ser atropelada na rua onde moro. Enfim.
Essa foi a minha escolha. Para toda escolha uma conseqüência.
Fui à minha casa, naquele estado meio deprê e voltei mais deprê ainda, só que uma diferença, puxando a perna, porque esses ônibus, esses transportes terrestres parecem carregar boi, vaca, seja lá o que for, e eu amanheci aqui com o meu tendão de aquiles inutilizado.
Não falei com todos, não encontrei com todo mundo. Estava arisca. O máximo que eu fiz foi ligar. Porque além de deprê, eu estava com a garganta inflamada; rouca. Então passei o dia em casa, assistindo televisão. E passava a noite em casa também (exceto uma), nada de boemia, bebedeiras, periculosidades. Só uns jantares aqui, outros ali, parentes aqui, amigos ali. Poucos. Essenciais.
É chato quando você percebe que se tornou tão dependente de alguém, que aquela pessoa é necessária todos os dias e você não consegue sair sem ela, não consegue ir a uma esquina, não consegue fazer nada. Talvez seja por isso que eu tenha passado alguns dias só em casa e outras noites também.
Semana que vem já é novembro. Ok, a pessoa aqui não está muito bem. Mas, irá passar, não sei quando. Dá vontade de dar um tiro na cabeça, tomar curare, ser mais uma pessoa a ser atropelada na rua onde moro. Enfim.
Essa foi a minha escolha. Para toda escolha uma conseqüência.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Chá.
Então,
ele se foi e levou a minha imunidade junto.
Acordei com uma bola de ping-pong na garganta.
Ah, eu vou morrer. Mentira.
Mas, para o hospital é que não vou mesmo.
Na base do chá de alho com limão e mel puro de abelha do interior que eu "ganhei".
ele se foi e levou a minha imunidade junto.
Acordei com uma bola de ping-pong na garganta.
Ah, eu vou morrer. Mentira.
Mas, para o hospital é que não vou mesmo.
Na base do chá de alho com limão e mel puro de abelha do interior que eu "ganhei".
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
fala mas não levanta.
Parece que isso daqui (realidade momentânea) nunca vai acabar.
Eu não quero reclamar e nem estou reclamando, porque antes de reclamar eu tenho que fazer algo. Assim como fiz quando reclamava antes. Calar a boca e fazer alguma coisa para mudar.
As pessoa se dizem infelizes, pobres, sem dinheiro, sem uns putos, sem amigos, mas e aí? Fez algo até agora para mudar condição? Não. Dorme o dia inteiro, reclama da comida, dos carros lá fora, do filho que fez e pariu e agora não consegue dar conta, do cansaço eterno. Oh meu deus, veja, veja, como sofro. Tomar no rabo. É pra tomar no rabo.
Vai, vai pegar um ônibus lotado todos os dias, num sol infernal, fica sem dinheiro pra dar comer pro teu filho. Aí sim, as reclamções serão dignas de tua pessoa. Aí sim, quando você passar fome, eu calo aqui a minha boca. ô gentinha desgraçada!
Eu não quero reclamar e nem estou reclamando, porque antes de reclamar eu tenho que fazer algo. Assim como fiz quando reclamava antes. Calar a boca e fazer alguma coisa para mudar.
As pessoa se dizem infelizes, pobres, sem dinheiro, sem uns putos, sem amigos, mas e aí? Fez algo até agora para mudar condição? Não. Dorme o dia inteiro, reclama da comida, dos carros lá fora, do filho que fez e pariu e agora não consegue dar conta, do cansaço eterno. Oh meu deus, veja, veja, como sofro. Tomar no rabo. É pra tomar no rabo.
Vai, vai pegar um ônibus lotado todos os dias, num sol infernal, fica sem dinheiro pra dar comer pro teu filho. Aí sim, as reclamções serão dignas de tua pessoa. Aí sim, quando você passar fome, eu calo aqui a minha boca. ô gentinha desgraçada!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Estonteante.
Bom, eu estou tentando conter. Ele está chegando.
Depois de um mês e 7 dias. Ahhhhh...
E eu sei que hoje eu não volto para casa, o pessoal de lá que me perdoe.
E nem vem falar nada porque eu tenho motivos concretos (hahahahaha).
Mas ele tá chegando, daqui umas cinco horas.
:D
Depois de um mês e 7 dias. Ahhhhh...
E eu sei que hoje eu não volto para casa, o pessoal de lá que me perdoe.
E nem vem falar nada porque eu tenho motivos concretos (hahahahaha).
Mas ele tá chegando, daqui umas cinco horas.
:D
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Amigos...
Eu peco muitas vezes por achar e me iludir que certas coisas podem ser como eu imaginar. E se eu imagino é porque acredito. Considere a acreditação.
Mas, as pessoas precisam ser mais humildes, assim como eu também preciso ser mais humilde, falar direito e ser menos estúpida, ah, isso sim, menos estúpida. Mas, acredite que por vezes é sem querer ou até mesmo poderá ser uma simples brincadeira.
Você precisa conhecer muito bem as pessoas, assim como, eu sei que se a Cris ou o Giovanni que são meus amigos, falar algo que possa me magoar, ou dizer, ``escuta, eu preciso da tua ajuda, vc não vai me ajudar não?´´. Eu irei dar retorno. Pode ter certeza, pode até demorar. Mas eu estarei lá. Estarei.
Eu cobro, cobro porque se eu em algum momento algum amigo meu estiver passando por alguma situação nunca, nunca que eu irei me negar de dar apoio, e nunca que eu irei me incomodar com tal cobrança.
Tenho dito.
Mas, as pessoas precisam ser mais humildes, assim como eu também preciso ser mais humilde, falar direito e ser menos estúpida, ah, isso sim, menos estúpida. Mas, acredite que por vezes é sem querer ou até mesmo poderá ser uma simples brincadeira.
Você precisa conhecer muito bem as pessoas, assim como, eu sei que se a Cris ou o Giovanni que são meus amigos, falar algo que possa me magoar, ou dizer, ``escuta, eu preciso da tua ajuda, vc não vai me ajudar não?´´. Eu irei dar retorno. Pode ter certeza, pode até demorar. Mas eu estarei lá. Estarei.
Eu cobro, cobro porque se eu em algum momento algum amigo meu estiver passando por alguma situação nunca, nunca que eu irei me negar de dar apoio, e nunca que eu irei me incomodar com tal cobrança.
Tenho dito.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Às grandes emoções.
Só falta (aproximadamente) uma semana para as minhas grandes emoções. Em falar em emoções eu queria mesmo era pegar um ônibus na rodoviária e voltar pra casa. Não, dirá meu professor de bioestatística, se você quisesse já teria o feito. Realmente. Mas não posso ignorar a existência do desejo.
Eu queria tanto um abraço, mas tem que ser aquele abraço cheio de segundas intenções de alguém especificamente. Entendeu né?
Não só o abraço, a boca, a perna, o cabelo, o braço... Tá bom, chega. Comporte-se Iaci!
Eu queria tanto um abraço, mas tem que ser aquele abraço cheio de segundas intenções de alguém especificamente. Entendeu né?
Não só o abraço, a boca, a perna, o cabelo, o braço... Tá bom, chega. Comporte-se Iaci!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O mês de setembro e as mudanças.
"Parece que o mês de setembro foi bom, ou ruim para alguns. Fez diferença então.
Depois que eu fiquei quase sem respirar no banheiro, eu decidi, aliás tomei vergonha na cara. Isso é um caso não discutível aqui, sim?
Mundando de assunto. Como meu professor disse, calouro é uma coisa....quando inicia o semestre tá todo mundo no pátio tirando foto se aparecendo, depois de dois meses é a biblioteca que fica cheia e o pátio fica vazio. Verdade. Está acontecendo isso agora.
E eu sem perceber a semana de prova, comprometi-me com a exposição da Biomedicina no Studio 5, que diabo que eu fui inventar, eu pensei. "Agora você pega esse livro, leia, porque na hora vão te perguntar. Ah, o livro é do pessoal que está fazendo a disciplina do terceiro semestre". Que diabo eu fui inventar. Lá vai...Ci descabelada a semana inteira. No final deu tudo certo, cansei de ficar falando, falando...como é isso, como é aquilo...
Visto o meu desespero em estudar, eu mudei tudo em casa. Mudei, rodei a baiana e fui impor o meu espaço (detalhe, a casa não é nem minha). Subi a mesa, botei no quarto, mudei a cama de lugar, mudei a televisão de lugar, espalhei meus sapatos e "briguei" por um espaço no guarda-roupa. E da mesa da sala de jantar eu acomodei meus livros. Ficou bom, aconchegante. Agora eu e o Perna (pernalonga) dormimos agarradinhos todos os dias (morra de inveja Cleber, iauheaiuhiuhe).
Tudo na mais calma tranquilidade, fim de semana será o cine, eu comigo mesmo. Ou alguma apresentação de Orquestra no teatro, eu comigo mesmo.
Pois bem."
Depois que eu fiquei quase sem respirar no banheiro, eu decidi, aliás tomei vergonha na cara. Isso é um caso não discutível aqui, sim?
Mundando de assunto. Como meu professor disse, calouro é uma coisa....quando inicia o semestre tá todo mundo no pátio tirando foto se aparecendo, depois de dois meses é a biblioteca que fica cheia e o pátio fica vazio. Verdade. Está acontecendo isso agora.
E eu sem perceber a semana de prova, comprometi-me com a exposição da Biomedicina no Studio 5, que diabo que eu fui inventar, eu pensei. "Agora você pega esse livro, leia, porque na hora vão te perguntar. Ah, o livro é do pessoal que está fazendo a disciplina do terceiro semestre". Que diabo eu fui inventar. Lá vai...Ci descabelada a semana inteira. No final deu tudo certo, cansei de ficar falando, falando...como é isso, como é aquilo...
Visto o meu desespero em estudar, eu mudei tudo em casa. Mudei, rodei a baiana e fui impor o meu espaço (detalhe, a casa não é nem minha). Subi a mesa, botei no quarto, mudei a cama de lugar, mudei a televisão de lugar, espalhei meus sapatos e "briguei" por um espaço no guarda-roupa. E da mesa da sala de jantar eu acomodei meus livros. Ficou bom, aconchegante. Agora eu e o Perna (pernalonga) dormimos agarradinhos todos os dias (morra de inveja Cleber, iauheaiuhiuhe).
Tudo na mais calma tranquilidade, fim de semana será o cine, eu comigo mesmo. Ou alguma apresentação de Orquestra no teatro, eu comigo mesmo.
Pois bem."
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