segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Você não entende nada

Quando eu chego em casa nada me consola
Você está sempre aflita
Com lágrimas nos olhos de cortar cebola
Você é tão bonita
Você traz a coca-cola, eu tomo
Você bota a mesa, eu como
Eu como, eu como, eu como, eu como
Você
Não tá entendendo quase nada do que eu digo
Eu quero é ir-me embora
Eu quero dar o fora
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo

Eu me sento, eu fumo, eu como, eu não agüento
Você está tão curtida
Eu quero tocar fogo neste apartamento
Você não acredita
Traz meu café com Suita, eu tomo
Bota a sobremesa, eu como
Eu como, eu como, eu como, eu como
Você

Tem que saber que eu quero é correr mundo, correr perigo
Eu quero é ir-me embora
Eu quero dar o fora
E quero que você venha comigo
E quero que você venha comigo


Pessoas que fazem diferença. (parte I)

Vou sentir saudade da Fê no final de semana que vem quando chegar sábado. É bom ter pessoas para sentar, ouvir uma boa música e conversar sobre as mil coisas do universo. Considerando o fato de que aqui eu só saio com homens e no meio da noite acabo ficando de lado, esses dois últimos dias foram bem diferentes.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Adiós...

Ela deu aquela aula de meia hora e quando eu vi já tinha dado uns três capítulos do livro.
Depois eu saí da biblioteca com aqueles "livrinhos" bem finos para certificar que no fim de semana iria estudar. Cheguei em casa destruída, não completamente porque não tinha álcool no meio, graças!
Sentei na mesa e lembrei que já não tinha mais costelinhas para acomodar meu sono, muito menos o nescau da dona Irismar pela manhã. Foi um mês inteiro só disso.
Acabou as férias.
Na primeira semana de aula isso foi totalmente visível.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Novas...

Escrever.

Por que é tão mais fácil escrever do que ficar falando, falando, falando... e repetindo tudo e mais um pouco. Esperar talvez, aquele (qualquer) olhar reprovador ou perceber que alguém está a sua espera esperando que você diga alguma uma coisa para logo ser julgada?


Perfeição.

Existe e dura pouco? Minutos, segundos...?

Seria a semelhança da felicidade? Exemplo: momentos felizes e momentos infelizes?


Amizade.

Esses dias eu vi o “tamanho” do amor que “nós” depositamos na pessoas. A tal mistura de confiança, afeto, desejo, etc, etc e os caralhos a quatro. Amor barato, amizade barata, joga fora. Diria Vitor Bruno há uns dois anos meio bêbado no meio da rua: amigo é amigo, filha da puta é filha da puta! Também assino.

Aquelas grandes amizades que viram relacionamentos, aqueles grandes amigos que você acaba perdendo no final. Uma amizade não vale o tanto de um relacionamento. Se estivesse pensado antes teria mudado meus passos e evitado pertubações alheias.


Fofocas.

Chega de fofocas, fale de você. Diga que você não presta, que você não vale o pão que o diabo amassou, mas fale só de você. Fale besteira, mas fale só de você. Ou tão diga o tamanho da felicidade que é estar ao lado de alguém que você gosta.


Verdades.

Toda verdade é visível aos olhos. E a mentira surge sem precisar procurar.

Livro.

Acho que agora ele sai. Cheia de idéias.


Chegou.

Depois de anos as novas cores de um novo ano surgiram.




segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Doce Janeiro

As coisas não fluíram como eu imaginava.
Pendências de 2008 apareceram para o meu primeiro desânimo.
Mas doce janeiro está nas paradas e ainda não terminou.

Peguei uma gripe, uma infecção de ouvido e ando um pouco surda e estou sem dinheiro.
Deu até vontade de rir agora!

POis bem... o cel está ligado e eu ainda quero ir ao tepequém nem que seja para ir a pé!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Perdas e Ganhos

Já não é a primeira vez que uso o título de um dos livros da Lya Luft.

Todo início de ano eu pego emprestado.

Perdas, vejamos...

Quando eu tinha 15 anos eu li: “amor fati: ame o que não pode ser mudado”. Uma pena, não segui Nietzsche e desisti de um relacionamento de três anos.

O primeiro curso superior, Química, deixei pra trás Gay-Lussac depois de três meses de tormento na UFRR.

Minha casa, a maior perda. (silêncio)

Cefet, e o cotidiano de uma amizade.

Excogitações semanais com Giovanni, Alan, Vitor, Fanderson...

Ah, perdi o emprego!

Perdi a sonoridade, desafinei e encostei a guitarra de lado. Quase um ano.

Ganhos...

Eu acredito que eu só entrei num curso técnico do CEFET-RR para conhecê-lo melhor. Destino, acontece. “O pão com manteiga” não o convenceu muito, mas...me apaixonei e ganhei uma nova família. Crébs!

Quando saí do cefet, ganhei uma amigona! Suelen.

Companheiros diários: um senhor bem lúcido, cheio de histórias, com 88 anos e uma senhora mãezona de 78 anos.

Biomedicina, novo rumo, nova paixão.

Manausxxx, novo ar com ar de solidão.

A solidão de Alceu Valença transbordou nos últimos seis meses.

Ah mas eu ganhei,

Bruna,

Lari,

Fê,

Régis,

Anny,

Nelson.

Tudo de bom vcs!

------------------------------------------------------------

Apesar de vários momentos deprês esse ano, sempre tive a certeza de que era necessário.

O ser humano com suas escolhas, as belas e ordinárias escolhas.


Feliz ano novo pessoas!

Hoje mesmo, entro no carro e volto pra BV, férias!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Teorias de domingo

Férias.

Natal.

Fim de ano.

E a teoria de "término anual" se refere:
hoje e amanhã, o ideal é ser mais humano, é ter mais respeito.

Mais respeito e paciência.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Do alicerce à construção.


*Às vezes você fica desgostosa com certas coisas...quer chutar o pau da barraca, mas depois acaba deixando de lado, como sem importância, deixando a vida resolver por si só. Em casos resolve, noutros não, é o caso pra sentar e conversar.*

Valer a pena. Há inúmeras coisas, inúmeras, do cotidiano para se fazer valer a pena.

É renúncia, é agrado, é um "eu amo vc e vamo ser feliz".

Amor.

Construção do cotidiano, de meses de anos, com um bom "alicerce" até casamento.
Aí no final das contas não é um somente "eu amo vc". Não basta amar só o próximo e desconsiderar relação. Digamos, desconsiderar a "coesão" do texto.

Amar, construir imperfeitamente a convivência, tolerar os erros, perdoar as deixas.

Não esperar fazer falta para se dar conta da existência.

Sentar e conversar, sentar e conversar, conversar. Ser corajoso o suficiente para entrar e maduro o suficiente para resolver as incertezas.

É construção, não tem jeito.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Preciso socializar.

"Preciso socializar...". A frase usada para sair de casa às 00:40h.

Tava demorando...e bastou uns dois dias para as excogitações surgirem novamente, para alguns escritos serem escritos e agora prevalecer aquela saudade de fim de semana decente.

Camelou...

Melou?
Ou será que ele se afogou no meio da chuva Amazonense?
Quem sabe.

Camelo não veio e eu fui pegar o meu dinheiro de volta. Pena, agora que eu queria gastar com gosto! Poxa...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Viver.

E de repente, percebe-se que alguém esqueceu de viver.
EU.

POis a vida não poderia ser somente parasitoses, doenças sexuais, do pulmão, corpo, sangue, fezes, urina, músculo, medidas de pH, cálculos estequiométricos, câncer, câncer, etc, etc. Laboratório, sala, casa, laboratório, sala, casa.

Não.

Se sobreviver fosse prazeroso, estaríamos nós trancados numa sala de escritório aos fins de semana.

Entonces?
Férias, férias, férias!!!!


Sorte de hoje: A ausência total de humor deixa a vida impossível.