segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Sobre a adoção de Carlos Eduardo
Fui convidada para participar de um projeto social da faculdade que é feito numa creche do município. Recusei o convite por falta de tempo. E mesmo pra não ficar de fora perguntaram se eu não queria adotar alguém nesse natal. Esse alguém seria uma das crianças carentes da creche e eu teria que comprar um presente ou qualquer outra coisa que ela precisasse.
No corredor da facul colaram uma árvore de natal na parede cheia de enfeites, e em cada enfeite tinha escrito o nome de um bebê e a idade pra quem quisesse pegar.
E eu adotei Carlos Eduardo de três anos. Fiquei de ir na festinha e não o conheci, infelizmente. Mas meu presente estava lá, como combinado, na hora certa.
:)
No corredor da facul colaram uma árvore de natal na parede cheia de enfeites, e em cada enfeite tinha escrito o nome de um bebê e a idade pra quem quisesse pegar.
E eu adotei Carlos Eduardo de três anos. Fiquei de ir na festinha e não o conheci, infelizmente. Mas meu presente estava lá, como combinado, na hora certa.
:)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Niver, 20 anos.
Então, sem crises existênciais, passei tranquilamente pela transição 19-20 no sábado do dia 28 de novembro. Tive 20 velinhas, alguns parentes e alguns presentes + fotos; um banho de rio às 7h da manhã, abraços apertados do Cacho e um sapo, não vivo (que pena), mas de palúcia do amorzinho. :p
Do jeito que deveria ser. Tranquilo, sem a necessidade de ter que controlar o tempo, em casa, só um pouco cansada.
:)
Do jeito que deveria ser. Tranquilo, sem a necessidade de ter que controlar o tempo, em casa, só um pouco cansada.
:)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Estado de alerta. Tcham!
No trabalho, período noturno, durante essa semana enlouquecida:
- Lya*, tu lembra qual é o sistema que age quando a gente fica em estado de alerta?
- É o simpático.
- Tem certeza?
- Absoluta. Por quê?
- Porque o meu simpático tá me deixando louca de tanta coisa que eu preciso dar conta.
- Rssrsrsr
*A Lya trabalha comigo no mesmo grupo de pesquisa, no mesmo projeto de pesquisa, estuda comigo na mesma turma, faz seminário comigo, de vez em quando almoçamos juntos...
- Lya*, tu lembra qual é o sistema que age quando a gente fica em estado de alerta?
- É o simpático.
- Tem certeza?
- Absoluta. Por quê?
- Porque o meu simpático tá me deixando louca de tanta coisa que eu preciso dar conta.
- Rssrsrsr
*A Lya trabalha comigo no mesmo grupo de pesquisa, no mesmo projeto de pesquisa, estuda comigo na mesma turma, faz seminário comigo, de vez em quando almoçamos juntos...
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Hein?
Adotei temporariamente Carlos Eduardo de 1 ano. Não o conheço, mas daqui pra semana que vem, provavelmente irei conhecê-lo.
Isso é uma longa história. =)
Isso é uma longa história. =)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Rapá....
Vou fazer um uma oferenda pros orixás, vou na sessão do descarrego da universal, me benzer com água benta, pra novena, banho de sal grosso...o que for!
Porque aqui os átomos estão em constante agitação e as energias não param fluir.
Porque aqui os átomos estão em constante agitação e as energias não param fluir.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Entre cafés e capuccinos
Sexta-feira, quando você precisa de algum tipo de consolo... depois de consumir todo o cappuccino da maquininha que você descobriu no seu trabalho, depois de passar o dia com um miojo na barriga e vários copos d’água...queria mesmo era continuar ali, porque quando você volta, precisa de atenção, precisa organizar a cama que ficou desarrumada desde às 7h da manhã quando você saiu de casa, precisa lavar a roupa, limpar o tênis, tirar o pó até porque a secretaria pediu férias e você pensa “o que vai ser de mim sem você?” . Fica parecendo até história de amor. Eu sou muito chata, mas acho que ainda assim ela me compreende em partes. Eu perturbo muito a paciência dela e ela sabe que sem ela as coisas ficam bem ruins! Mas pelo menos quero que ela saiba que sinto muito carinho por ela. Ela faz chá de alho com limão pra curar as várias gripes que vivo pegando. E se ela não voltar em um mês, ah, vou me sentir muito rejeitada.
Na sexta-feira o número de prostitutas de surgem nas ruas parece até ser o dobro do que você vê num dia de quarta-feira, sem contar nos alcoólatras. Pura boemia.
Na sexta-feira pessoas que há meses não te ligam, resolvem te ligar às 9h da manhã, parece até coisa de outro mundo, mas quem está vivo tem sempre o perigo de aparecer.
Voltei pra casa, pensando ainda em um consolo, sem um pingo de sono de tanto café. Fiz aquele meu sanduíche de queijo e presunto e tomei com café e leite. Deitei na cama e dei de cara com Fernanda Montenegro sendo entrevistada dizendo que irá interpretar Simone de Beauvoir em uma peça. Adoro quando essas coisas acontecem, mas na verdade sinto falta mesmo de ter alguém pra comentar sobre o episódio, sobre filosofias e outras histórias. E acabo por acreditar que essas coisas (esses interesses) já nascem com as pessoas e que não adianta contar histórias, comentar fatos, que elas não vão se interessar mesmo observando que isso te deixa bem entusiasmada .
Então é melhor dormir ou continuar montando os slides do próximo artigo para o trabalho enquanto você toma mais café e deixar a noite terminar que a frustração vai passar de qualquer maneira.
Obs: (escrito: 16/10/09)
Na sexta-feira o número de prostitutas de surgem nas ruas parece até ser o dobro do que você vê num dia de quarta-feira, sem contar nos alcoólatras. Pura boemia.
Na sexta-feira pessoas que há meses não te ligam, resolvem te ligar às 9h da manhã, parece até coisa de outro mundo, mas quem está vivo tem sempre o perigo de aparecer.
Voltei pra casa, pensando ainda em um consolo, sem um pingo de sono de tanto café. Fiz aquele meu sanduíche de queijo e presunto e tomei com café e leite. Deitei na cama e dei de cara com Fernanda Montenegro sendo entrevistada dizendo que irá interpretar Simone de Beauvoir em uma peça. Adoro quando essas coisas acontecem, mas na verdade sinto falta mesmo de ter alguém pra comentar sobre o episódio, sobre filosofias e outras histórias. E acabo por acreditar que essas coisas (esses interesses) já nascem com as pessoas e que não adianta contar histórias, comentar fatos, que elas não vão se interessar mesmo observando que isso te deixa bem entusiasmada .
Então é melhor dormir ou continuar montando os slides do próximo artigo para o trabalho enquanto você toma mais café e deixar a noite terminar que a frustração vai passar de qualquer maneira.
Obs: (escrito: 16/10/09)
domingo, 18 de outubro de 2009
Agora
Dia: domingo
Local: trabalho
Hora: 8h da manhã
Sensação: sono
Motivo: ressaca
Semblante: cansaço, olheiras profundas, descabelada...
Roupa: a blusa mais frouxa do guarda-roupa, calça jeans colada e all star branco com florzinha (tinha que ser um pouco gay).
Local: trabalho
Hora: 8h da manhã
Sensação: sono
Motivo: ressaca
Semblante: cansaço, olheiras profundas, descabelada...
Roupa: a blusa mais frouxa do guarda-roupa, calça jeans colada e all star branco com florzinha (tinha que ser um pouco gay).
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Mesmices
Alguma coisa precisar estar em constante mudança. Chega de mesmices. É preciso recriar o cotidiano, tudo precisa ser novo ou modificado. Os móveis precisam mudar de lugar, a poeira precisa sair dali, a bolsa precisa ser de outra cor e a rota que eu faço todos os dias precisa mudar. Pelo menos os semestres sempre mudam. E eu preciso de novos artistas para aliviar a sonoridade ou de músicas novas que ainda não conheço.
:D
Fico, muito, muito feliz com:
- um documentário sobre Sartre e Simone de Beauvoir.
- Um filme que tenha na trilha sonora Nina Simone.
- Uma ligação telefonica de um dos meus amigos dizendo “estou chegando!”
- mensagem de celular dizendo “lembrei de vc quando....”
já é o suficiente pra amenizar minha solidão e mudar meu humor.
:D
- um documentário sobre Sartre e Simone de Beauvoir.
- Um filme que tenha na trilha sonora Nina Simone.
- Uma ligação telefonica de um dos meus amigos dizendo “estou chegando!”
- mensagem de celular dizendo “lembrei de vc quando....”
já é o suficiente pra amenizar minha solidão e mudar meu humor.
:D
sábado, 26 de setembro de 2009
Setembro
Dos acontecimentos:
Tive como hóspedes pessoas muito, muito amáveis. O feriadão do início de setembro foi tão feliz, que eu não imaginava que o resto do mês seria difícil! Até os meus hóspedes comentaram sobre esse mês onde tudo acontece. Não acreditei muito e deu no que deu.
Roubaram meus celulares, pois é usava dois, numa dessas trocas de ônibus andando pela cidade, uma criatura ordinária tirou da minha bolsa sem eu menos perceber. Peguei uma chuva, e ainda consegui ser acertada pela lama dos carros. Detalhe: a minha roupa era branca. Amanheci doente, mau-humorada, querendo me jogar no encontro das águas, e ainda por cima, cheia de razão! Outros detalhes de família, pessoal viajando, e eu ficando aqui com os meus botões e com a semana de prova.
Pelo menos estou viva e não pretendo escrever mais nada até o mês acabar.
Calma, falta pouco.
Tive como hóspedes pessoas muito, muito amáveis. O feriadão do início de setembro foi tão feliz, que eu não imaginava que o resto do mês seria difícil! Até os meus hóspedes comentaram sobre esse mês onde tudo acontece. Não acreditei muito e deu no que deu.
Roubaram meus celulares, pois é usava dois, numa dessas trocas de ônibus andando pela cidade, uma criatura ordinária tirou da minha bolsa sem eu menos perceber. Peguei uma chuva, e ainda consegui ser acertada pela lama dos carros. Detalhe: a minha roupa era branca. Amanheci doente, mau-humorada, querendo me jogar no encontro das águas, e ainda por cima, cheia de razão! Outros detalhes de família, pessoal viajando, e eu ficando aqui com os meus botões e com a semana de prova.
Pelo menos estou viva e não pretendo escrever mais nada até o mês acabar.
Calma, falta pouco.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Aspectos noturnos da vizinhança
A minha vizinha tem um daqueles relógios antigos que dispara as horas tocando uma musiquinha e no final ele fica: ton, ton, ton, ton... a minha avó paterna tinha um desses quando eu era criança.
A cadela dela parece que sofre de câncer de mama, falando isso na minha visão leiga, pelo menos é o que parece. Coitada da bichinha, ninguém cuida dela. Ela caga na varanda e o odor se espalha até a janela do quarto onde eu estudo até às 03h da manhã. Não fecho a janela porque o calor é insuportável.
Os carros não param, e é a noite que eles resolvem fazer o tal “pega”. Quando não é carro é moto.
Do outro lado da rua, alguns doidos se abrigam na casa abandonada. Um casarão enorme, lindérrimo e hoje, podre jogado às traças. Já arrancaram as portas da frente, um pedaço do portão e um dia desses eu vi um senhor levando as telhas, a polícia chegou na hora.
Na frente, fica o point dos taxistas, como sou cliente assídua, o meu desconto já está garantido. Se o meu sorriso fosse fácil, eu andava de graça oras!
Então o filho da vizinha, resolve chegar de madrugada, cá pra nós, acho que ele chega meio embriagado, faz barulho, derruba o cadeado, estaciona o carro na minha calçada e de manhã cedo sai.
E a única coisa que eu faço é apagar e acender as luzes da casa.
A cadela dela parece que sofre de câncer de mama, falando isso na minha visão leiga, pelo menos é o que parece. Coitada da bichinha, ninguém cuida dela. Ela caga na varanda e o odor se espalha até a janela do quarto onde eu estudo até às 03h da manhã. Não fecho a janela porque o calor é insuportável.
Os carros não param, e é a noite que eles resolvem fazer o tal “pega”. Quando não é carro é moto.
Do outro lado da rua, alguns doidos se abrigam na casa abandonada. Um casarão enorme, lindérrimo e hoje, podre jogado às traças. Já arrancaram as portas da frente, um pedaço do portão e um dia desses eu vi um senhor levando as telhas, a polícia chegou na hora.
Na frente, fica o point dos taxistas, como sou cliente assídua, o meu desconto já está garantido. Se o meu sorriso fosse fácil, eu andava de graça oras!
Então o filho da vizinha, resolve chegar de madrugada, cá pra nós, acho que ele chega meio embriagado, faz barulho, derruba o cadeado, estaciona o carro na minha calçada e de manhã cedo sai.
E a única coisa que eu faço é apagar e acender as luzes da casa.
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